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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Vida Consagrada deve ser valorizada em nosso país, diz bispo




Rádio Vaticano


CNBB
"Eis, então, a missão dos Consagrados e das Consagradas: conhecer, encontrar e amar a Jesus para torná-Lo conhecido....", diz Dom Pedro
O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, Dom Pedro Brito Guimarães, divulgou sua mensagem para o Dia da Vida Consagrada, que se celebra em 2 de fevereiro, Solenidade da Apresentação do Senhor.
Acesse:
.: NA ÍNTEGRA: Mensagem para a Vida Consagrada 
De modo especial, Dom Pedro saúda os membros da Conferência Nacional dos Institutos Seculares, “que escutam o silêncio e a voz de Deus nos sulcos da história”.

Para o Bispo, trata-se de uma vocação que ainda precisa ser descoberta, conhecida e valorizada em nosso país, pois os membros dos Institutos Seculares são sinais da presença amorosa de Deus onde estão. Trabalhando em diversos seguimentos da sociedade, em funções diversas, situações inúmeras, eles são como “sal e luz”.

Dom Pedro cita ainda o Papa Bento XVI, que ressaltou a vocação dos Institutos Seculares: “Estarem no mundo, assumindo todos os cargos, com um olhar humano que coincida sempre com o divino, na consciência de que Deus escreve a sua história de salvação na trama dos acontecimentos da história” do homem.

“O mundo tem sede de conhecer verdadeiramente a face de Deus. E só poderá apresentá-Lo quem o conhece. Eis, então, a missão dos Consagrados e das Consagradas: conhecer, encontrar e amar a Jesus para torná-Lo conhecido, encontrado, amado e seguido”, escreve o prelado.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

REFLEXÃO DO EVANGELHO DE Mc 4,1-20




O semeador semeia a palavra

Hoje escutamos dos lábios do Senhor a “Parábola do semeador”. A cena é totalmente atual. O Senhor não deixa de “semear”. Também nos nossos dias é uma multidão a que escuta a Jesus pela boca de seu Vigário — o Papa—, de seus ministros e... de seus fieis laicos: a todos os batizados Cristo nos outorgou uma participação em sua missão sacerdotal. Há “fome” de Jesus. Nunca como agora a Igreja tem sido tão católica, já que sob suas “asas” abriga homens e mulheres dos cinco continentes e de todas as raças. Ele nos enviou ao mundo inteiro (cf. Mc 16,15) e, apesar das sombras do panorama, se fez realidade o mandato apostólico de Jesus Cristo.

O mar, a barca e as praias são substituídos por estádios, telas e modernos meios de comunicação e de transporte. Mas Jesus é hoje o mesmo de ontem. O homem não mudou, nem a sua necessidade de ensinar a amar. Também hoje há quem — por graça e gratuita escolha divina: é um mistério!— recebe e entende mais diretamente a Palavra. Como também há muitas almas que necessitam uma explicação mais descritiva e mais pausada da Revelação.

Em todo caso, a uns e outros, Deus nos pede frutos de santidade. O Espírito Santo nos ajuda a isso, mas não prescinde de nossa colaboração. Em primeiro lugar, é necessária a diligência. Se nós respondemos a meias, quer dizer, se nós mantemos na “fronteira” do caminho sem entrar plenamente nele, seremos vítima fácil de Satanás.

Segundo, a constância na oração — o diálogo—, para aprofundar no conhecimento e amor a Jesus Cristo: «Santo sem oração...? — “Não acredito nessa santidade» (São Josémaria).

Finalmente, o espírito de pobreza e desprendimento evitará que nos “afoguemos” pelo caminho. As coisas esclarecidas: «Ninguém pode servir a dois senhores... » (Mt 6,24).

Em Santa Maria encontramos o melhor modelo de correspondência à chamada de Deus.

Rev. D. Antoni CAROL i Hostench (Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)

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